8ª FLAPOA apresenta: Okupa Figueira

As raízes que quebram o concreto de um bairro no meio de uma civilização. Resistente, sensível. Uma árvore que vive há 150 anos observando os cursos de vidas que passaram por ela, cada mudança da sociedade em que vive. A figueira agora, habita um espaço que, sem pedir alguma autorização, abre caminhos para o surgimento de uma vida que respeita a inquietação de nossos corpos e mentes, que fomenta ideias e que resiste em meio a uma cidade hostil e fria que é Porto Alegre, em um país hostil e frio que denominaram brasil. Nós escolhemos não esperar mais para colocar em prática ideias que nos atormentavam enquanto sobrevivíamos isolades na vida cotidiana. Sabemos que resistir à uma sociedade machista, patriarcal, heteronormativa, racista e classista é viver em guerra. Viver em guerra em um mundo dominado por homens, que tentam sufocar e silenciar todos os dias nossas vivências. Optamos por não sermos subjugades. Não sermos submisses. Nem ao estado, nem aos homens, nem ao capitalismo. Construímos então, uma barricada. Um refúgio em meio ao concreto cinza. Um lugar de experiências e processos, vivenciando a anarkia e a auto-gestão, mobilizando possibilidades de alternativas à normatividade.
Resistimos.

Essa carta é dirigida à todas as mulheres, cis e trans, homens trans, monstra, sapatão, que queiram se juntar ao espaço e construi-lo com o que puderem, seja uma troka de ideia, uma oficina, uma atividade, ou até mesmo uma visita.

A figueira é um espaço exclusivo, no qual não entram homens cis.
Burguesia racista não passará!

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Visualizamos e sentimos na pele que existe uma guerra social. Estamos lutando todos os dias, tentando nos manter vivas e sãs, dentro dessa sociedade capitalista, hierárquica, racista e patriarcal. Esse último braço do sistema opressor apaga, silencia, tenta destruir as mulheres e as pessoas trans, e todos esses braços, juntos, reforçam o que nós queremos destruir: a exploração e a submissão. O patriarcado, nocivo às nossas vivências, dificulta e muitas vezes impossibilita a construção da nossa autonomia, delegando o controle sobre nossas corpas y mentes à ele mesmo. Resolvemos tomar esse espaço de volta, não esperar que nossa liberdade nos seja dada. Não pedimos licença, não negociamos, não “esperamos pelo melhor momento”. Entendemos que para a reconstrução de uma realidade diferente, há que ter coragem e força para fazer agora. Decidimos nos organizar entre nós, priorizar nossas questões e especificidades. Cansadas de atender as demandas dos homens e fazer parte de seus conflitos, decidimos mudar de rota para não mais submeter-nos ao apagamento e silêncio sobre o que vivemos. Protagonizamos nossas experiências e percepções de mundo, e entendemos como indispensável um espaço que se preocupe em ouvir y compreender essa luta. Mais que isso, espaços que potencializem nossas vivências.

A figueira surgiu em março de 2016. Um rompimento das portas e janelas, a construção de uma alternativa entre as alternativas. Adentramos esse espaço também porque ele estava ocioso, abandonado, sem gente a viver nele. Acreditamos na possibilidade de cada indivídux dentro e fora da cidade de agir diretamente a favor daquilo que acredita. De caminhar em direção ao seu instinto de liberdade, sem esperar de algum tipo de política de representatividade partidária, ou esperar pelos macetes da “democracia” para agir no presente. Atualmente, existem 40 mil casas abandonadas em Porto Alegre; e se existem tantas pessoas sem casa, como há tanta casa sem gente?
Também precisamos psicologicamente de um espaço para viver a autonomia, a autogestão, a coletividade, para nos fortalecer, nos organizar enquanto indivíduxs, e enquanto coletividade, fazer arte (ou não-arte), apoiar-se mutuamente. Coisas que muitas vezes nos foram negadas, ou nem sequer possibilitadas. E queremos continuar movimentando o espaço para que outrxs possam também ter a possibilidade de vivenciar esse tipo de experiência, nos fortalecermos juntxs. É impressionante o fato que não sabemos de nenhuma outra ocupação separatista (exclusiva para mulheres e pessoas trans) nesse vasto território que chamam Brasil. Queremos expandir a potência de destruição/reconstrução da vivência separatista para muito além do espaço físico que habitamos; que esse primeiro espaço ocupado entre tortas-monstrans-manas seja apenas a fagulha desse fogaréu.

// Apoio-mútuo, ajuda y suporte //

Sabemos o quão difícil é viver o externo, o sistema. Assim, também observamos muitxs manxs que não têm algum lugar onde se refugiar, não têm onde cair. A figuera é um lugar que busca e tenta ser um espaço seguro para as manas y manes, tentando e aprendendo a não reproduzir aspectos sistemáticos de opressão. Além do espaço físico, também é um coletivo, e nos apoiamos mutuamente, todos os dias compartindo nossos anseios, nossas revoltas, nossos processos, e nos propomos a receber outras manas y manes, sempre buscando respeitar suas experiências y percepções. Todxs somos seres singulares, diferentes, irregulares; e acreditamos na potência do conflito, afinal, não somos y nem queremos ser massa uniforme.

Como retomamos nossa vida de volta, sem construir a nossa autonomia? A baia é um espaço precário, que necessita de reformas constantemente, então não é um lugar exatamente cômodo. Nós nos organizamos horizontalmente, sem patrão ou patrocínio; nos autogerimos, resolvemos nossos problemas com as nossas mãos, com os nossos braços e com as nossas cabeças. Todas as pessoas que transitam o espaço contribuem ativamente para a manutenção dele e fazem com que ele exista todos os dias. Essa forma de se organizar possibilita a resolução dos nossos problemas de outra maneira pra além do dinheiro.

Acreditamos no que as manas y manes, monstras possam fazer para cambiar suas vidas e suas formas de ver e experenciar as coisas. Acreditamos na alternativa à esse sistema, e queremos fazer agora. Porque sim, conhecemos a brutalidade da civilização hetero-capitalista-patriarcal desde nossos corpos, e não aceitamos a limitação da categoria de vítimas desse sistema. Não estamos inertes, e buscamos a propagação da movimentação que buscamos. Somos agentes da contrução do que queremos viver. Te convidamos.

https://figueira.noblogs.org

8ª FLAPOA apresenta: Biblioteca Kaos

Pixação em solidariedade, contra o desalojo da Biblioteca Kaos.
Pixação em solidariedade, contra o desalojo da Biblioteca Kaos.

A Biblioteca Kaos surgiu em Porto Alegre em uma casa ocupada no bairro Cidade Baixa. Espaço anti-autoritário, buscava a criação de encontros e uma convivência pela autonomia, mas que foi desalojada pela polícia em meados deste ano. No momento o coletivo da Biblioteca Kaos permanece ativo organizando atividades em outros espaços libertários da cidade.

Com uma perspectiva anárquica, a Kaos procura expandir a revolta, livre de hierarquia e representantes, e pela destruição de todas as relações de poder. As pessoas que participam dela acreditam na construção de relações horizontais. E definem-se em ofensiva contra a dominação, o estado, o capital e contra a civilização.

 

Para saber mais sobre a Biblioteca Kaos, acesse seu site e sua página no We.

8ª FLAPOA apresenta: Coletivo Coisa Preta

Coisa Preta surgiu da ânsia de se organizar para agir. De ter um espaço permanente de construção da liberdade, da anarquia, onde possamos unir forças para alcançar nossos objetivos comuns. É um coletivo de afinidades mas também é um grupo aberto que tem a intenção de acolher aquelas pessoas que querem se aproximar do anarquismo e botar a mão na massa.

Coisa Preta tem organizado cine-debates e outras atividades para difundir e fortalecer os ideais anarquistas e possui uma banca com diversas publicações, algumas traduzidas e diagramadas pelo próprio coletivo, outras sendo reimpressões de outros grupos.

8ª FLAPOA apresenta: Bonobo

O Bonobo é um coletivo e espaço e restaurante cooperativo, antiespecista e libertário. É um esforço coletivo para difundir os ideais de libertação animal e humana, enquanto busca oferecer meios de sobrevivência para todas as pessoas que ali trabalham. São cerca de 10 pessoas que, juntas, dividem todas as tarefas necessárias para manter o espaço funcionando, da administração à limpeza.

Site: www.cafebonobo.com.br

8ª FLAPOA apresenta: Internacional Negra Ediciones

A Internacional Negra Ediciones, surgiu como uma proposta editorial no final de 2012, como uma iniciativa para disseminar o pensamento e a prática anárquica contemporâneoa. O convite germinou através das grades. Xs companheirxs da Conspiração das Células de Fogo (CCF), presos na Grécia, lançaram o chamado das masmorras. O projeto foi rapidamente recebido em diferentes cidades ao redor do mundo por compañerxs afinadxs com a proposta de luta da CCF, estabelecendo uma intrincada rede de tradutores que começou a levar a palavra de nossas afinidades de guerra a diferentes cantos do mundo, traduzido-as simultaneamente para várias línguas .


Desde o início, este convite foi recebido por simpatizantes em toda a América Latina, trazendo vida à proposta editorial no Chile e no México. Suas primeiras edições trouxeram à luz as reflexões destxs companheirxs  em diálogo fraterno com simpatizantes anárquicas em todo o mundo, permitindo trocas em torno da prática contemporânea anárquica dxs companheirxs Gabriel Pombo da Silva e Gustavo Rodriguez, entre otrxs.


Apesar constante (e naturalmente esperada) repressão, hoje existem vários títulos que se tornaram realidade e que começam a se espalhar em diferentes regiões. Destacando no final de 2012, Mapeando o Fogo, uma compilação das contribuições dxs companheirxs presxs do CCF (Primeira geração); realizada graças ao apoio das lxs compas da Editorial Sedition e da publicação Refractario, bem como dxs compas das Entropia Editions of Chile e as editoras de 325 e Act For Fredom Now! A partir de 2013, ganharam vida Deixe a noite acender!, Refractarixos até as últimas conseqüências e A explosão da raiva: nova sedição anárquica no século XXI, ambos do companheiro Rodríguez; em 2015, graças ao trabalho de Sin Banderas Ni Fronteras, se materializou Nosso dia virá. Em 2016, junta-se à lista de publicações da INE Variáveis Caóticas.


Todas as nossas publicações foram feitas com dinheiro doado por grupos de afinidade consistentes com nossos princípios. Sao gratuitas para companheirxs presxs.


Para contatos e contribuições:

internacionalnegramx@riseup.net (México)

internacionalnegraediciones@riseup.net (Chile)

8ª FLAPOA apresenta: Coletivo Lápices

Coletivo criado por Alexandre Pandolfo, Camila Alexandrini e Tiago Martins de Morais. Surge a partir da performance “Lápices”, apresentada no Sarau Constelações (Signus Pub, dez/2016) e no evento 500 anos de Utopia (Ocupação Psicologia UFRGS, dez/2016). O nome refere-se à “Noche de Los Lápices”, ocorrida durante a Ditadura Militar Argentina.

Por que surgirmos? Para cavar espaços de ser e de agir para além dos que nos são dados, para experienciar algo além do ser-trabalho, ser-horário, ser-corpo disciplinado. Para tentar intervir nos espaços, para afetar e ser afetado. Algumas de nossas ações podem ser vistas nas paredes e nos muros da cidade. Selo Lápices: Surge do desejo do coletivo de publicar suas palavras sem a necessidade de autorização de uma editora.

Fizemos nossos livros com nossas próprias mãos, fizemos nossa própria publicidade pedindo o apoio financeiro de nossos conhecidos que pré-compraram os livros “mesmo sendo só um pedaço de vida profunda”, de Camila Alexandrini, e “Poema Escuro”, de Tiago Martins de Morais, as primeiras publicações do Selo. Para a Feira do Livro Anarquista, estamos concluindo duas outras publicações “Raízes Inventadas” e “Polvo”. Inventamos espaços de fala, de escrita e nos indispomos contra a necessidade de permissão institucional para o fazer artístico.

 

Quer expor ou propor alguma atividade para a 8ª FLAPOA? Acesse: https://flapoa.libertar.se/?page_id=182

8ª FLAPOA apresenta: Contraciv

Contraciv é uma iniciativa anarquista independente e anônima com o objetivo de levantar o debate sobre crítica à civilização no meio anarquista. Trata-se de uma perspectiva eco-anarquista (não exatamente anarco-primitivista, embora haja similaridades), anti-capitalista, anti-fascista, anti-colonialista, anti-totalitarista e anti-especista. Nós começamos em 2008 quando o filósofo anticivilização John Zerzan esteve no Carnaval Revolução. Fazemos traduções, resumos e textos originais discutindo questões como a crítica ao industrialismo e ao controle totalitário da natureza.

Clique aqui para conferir o site do Contraciv.

Quer participar da Feira do Livro Anarquista de Porto Alegre? Clique aqui!

8ª FLAPOA apresenta: Monstro dos Mares

“A Editora Artesanal Monstro dos Mares emergiu do mar profundo após uma série de práticas em busca de transformações sociais intensas, inicialmente por meio de tecnologias que nos conduziram para o caminho da horizontalidade, autogestão, apropriação e empoderamento social para as pessoas, grupos, coletivos, redes e comunidades, que atuam na promoção da autonomia, liberdade, bem comum e direitos universais.

“Decidimos fazer livros artesanais, pelo tesão de tê-los nas mãos, aprender, desenvolver e replicar os processos que foram chegando até nós é que hoje atuamos como uma editora de pequenas tiragens, um coletivo publicador. Um grupo de apaixonados por livros e pelo rolê.

“Entendemos nosso lance como uma forma de integrar as pessoas e coletivos na publicação de livros. Sejam autores, cooperativas de produtores, grupos de estudos, ativistas de mídia independente, editoras libertárias, leitorxs apaixonadxs, ilustradorxs casqueiras, artesãos, movimentos sociais e qualquer pessoa interessada em tocar esse barco. Queremos publicar livros e zines encadernados artesanalmente (na medida do possível), com capas de papel, papelão e tecido, em exemplares numerados manualmente (além de versões digitais e e-books), tudo bem livre e autogestionado. Um Tsunami de escritas em favor das lutas dos povos em movimento.

“A produção se dá ao realizar o intercâmbio de conteúdos com essas pessoas, para compartilhar atividades de impressão, editoração manual/eletrônica, costura, dobra, seleção dos títulos, revisão, tradução e outras tantas coisas que se tem para fazer. Desde sujar-se de tinta até montar a barraquinha, sem esquecer de remar muito pelo caminho.

“Um processo aberto, onde qualquer pessoa com disposição para participar das atividades é super bem-vinda. Onde a distribuição funciona na forma de compartilhamento das publicações, recebendo materiais de outras editoras para atuar como distribuidora e banquinha, bem como as demais editoras e distros recebem nossos materiais para dar e vender, promovendo um oceano de ideias turbulentas!”

Para conhecer melhor a Monstro dos Mares, visite o seu site!

8ª FLAPOA apresenta: Bruxaria Distro

Continuando a apresentação dos coletivos e editoriais confirmados na 8ª Feira do Livro Anarquista de Porto Alegre, é a vez da Bruxaria Distro:

Bruxaria Distro

Bruxaria Distro surgiu da mistura do DIY (“faça-você-mesma”) punk com uma perspectiva holística de saúde e permacultural de ecologia.

Somos culturalmente, e a duras penas, ensinadas a separar em caixinhas muito bem delimitadas percepções, tradições e outros modos de viver em áreas de conhecimento científico, desconectar nossas vidas e corpos de sentires e saberes de redes interdependentes de outros seres vivo para então sobreviver de uma maneira rígida, pré-programada, totalmente controlada e previsível de um sistema de pensamento que condiciona nossas vidas de maneira muito limitada.

Tudo está conectado e não há como negá-lo: saúde, alimentação, educação, transporte, moradia, relações humanas, comércio, governos. E em uma busca paliativa de resolver problemas (seja a busca da cura de uma enfermidade, uma escola menos opressora, um mercado mais justo, andar de transporte público ou bicicleta), estamos sempre apagando incêndios e não percebendo o problema desde sua raíz, voltando uma e outra vez à etapa inicial.

Uma vez que você passa a ver a integralidade e apoio mútuo de outros sistemas vivos, você percebe que alguma coisa está errada com seu modo de vida, e muitas vezes (ainda bem!) é um ponto sem retorno. Eu não acredito que as coisas sempre foram ou serão assim. E nessa inconformidade com a realidade, fui buscando, descobrindo, aprendendo que existem outras maneiras de conceber a existência neste mundo. Muitas vozes foram e são caladas quando demonstram essa possibilidade. E as bruxas foram uma dessas vozes. Estas mulheres eram cuidadoras, parteiras, curandeiras, e pessoas de grande sabedoria e respeito; esta figura importante, forte e símbolo de resistência se tornou uma ameaça em seu contexto social e histórico da época. Certamente as bruxas não precisavam ser grandes contestadoras para serem vistas como ameaçadoras de uma nova visão de mundo que vinha feito um trator passando encima do que pudesse: o novo paradigma da época, guiado pela religião e o estado, pretendia tocar o cerne da sociedade: controlar os corpos, a saúde, a alimentação, as relações das pessoas. É claro que este fato histórico é apenas um dos várias que possibilitaram que chegássemos ao momento que estamos hoje.

Mas o que estou querendo dizer com “bruxaria”, vem deste momento. Desta resistência. Bruxaria é mágica, não é linear, não é precisa, não é cartesiana, não é puramente racional. Valoriza a intuição, ultrapassa nossa capacidade de percepção racional, visual, olfativa, gustativa ou tátil, vai para além, desafia a ordem estabelecida. Bruxaria muitas vezes não se explica: sabe que é. Bruxaria acontece quando você se conecta, através de seus pés descalços, na terra molhada, e seu corpo arrepia do calcanhar até a ponta da cabeça, sentindo seu corpo pertencendo a um corpo maior. Bruxaria não é necessariamente sobre religião, nem sobre deusas ou deuses. Bruxaria é sobre horizontalidade, porque tudo faz parte de tudo, não há maior ou melhor. É sobre olhar para dentro de si e ver uma fortaleza.

A Bruxaria Distro é filha da “Bio bio saúde feminista”, minha distro transitória, que penduou por uns 6 anos até parir, por fim, a Bruxaria. Distro vem de distribuidora: de materiais, de ideias, de cartas, de notícias (esse é bastante do braço punk da distro, que é muito comum no movimento punk). Eu produzo alguns dos materiais da distro (os abiosorventes, alguns zines, alguns textos, alguns vídeos), e outros são de outras origens; alguns se vendem, outros se trocam, outros são gratuitos.

A proposta da distro, é reunir alguns produtos e materiais que relacionem e problematizem a situação da saúde das mulheres atualmente. No começo desta apresentação, estive devaneando sobre “como tudo está conectado”, e por isso tem de tudo um pouco na distro; materiais sobre permacultura, fitoterapia, bicicleta, empoderamento, “higiene”, feminismo, parto/nascimento, política, sexualidade, autocuidado, autodefesa… Porque tudo isso pode contribuir e afetar sua saúde.

Essa é a Bruxaria Distro: um grande portal de apoio para um mergulho dentro de si mesma.

 

Site da Bruxaria Distro: http://bruxariadistro.com

 

Você ou seu coletivo também quer expor na Feira do Livro Anarquista de Porto Alegre? Clique aqui!

8ª FLAPOA apresenta: Editora Subta!

Vamos começar a apresentar os grupos que trarão seu material para expor na 8ª Feira do Livro Anarquista de Porto Alegre. Se você ou o seu coletivo ainda não confirmou presença, confirme! Fazendo seu cadastro aqui.

Subta Editora

subtaA Subta é uma editora artesanal e autogestionada.
Seu objetivo é promover o acesso livre ao conhecimento através de livros (físicos e virtuais), oficinas e feiras. Todo o material que produz está disponível gratuitamente na web e pode ser replicado, copiado, recortado, traduzido, etc., sem fins lucrativos.
Publicamos principalmente literatura, filosofia, política e sociologia, além de sugestões que possam vir do público.
Está aberta a quem tiver interesse em participar. Porém, acima de tudo, a Subta é uma ideia: que as pessoas aprendam a fazer seus livros e distribuam os materiais que lhe interessam!

Contato: subta@riseup.net
Site: we.riseup.net/subta