Programação da 2a Flapoa – 2011

A programação da 2a. Feira do Livro Anarquista de Porto Alegre está atualizada!

Nesta ano, durante os dias 11 e 14 de novembro, além de Exposição de Livros e Materiais Anarquistas dos mais diversos tipos , teremos Lançamentos de Publicações e de uma Editora, diversos Bate-papos, Intervenções teatrais, Oficinas e Música na Festa de Abertura e num festival noturno paralelo.

A 2a Feira Anarquista de Porto Alegre dividirá suas atividades em dois locais.

Exposição e atividades na Cidade Baixa. Atividades e almoço no bairro Azenha.

Endereços (clique nos links para ver mapas)

FAG: Sede da Federação Anarquista Gaúcha
Travessa Venezianos, 30 – Cidade Baixa

Moinho Negro, Espaço Cultural Libertário:
Rua Marcílio Dias, 1463, bairro Azenha

Travessa Venezianos
na Cidade Baixa

EntreBar: onde vai rolar o Festival Dissidência Muzikfesto
Rua José do Patrocínio,340, Cidade Baixa

Progamação detalhada da 2a Feira do Livro Anarquista de Porto Alegre

Clique na imagem acima para ver a tabela da programação.

Clique aqui para ver endereços dos espaços onde as atividades vão acontecer.

Ah: e também dá pra baixar tudo em arquivo PDF clicando aqui.

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Exposição e venda de livros na Travessa dos Venezianos

De 11 a 14, das 9h às 18h

Exposição e venda de livros e materiais anarquistas dos mais diversos tipos.

Festa de abertura

Dia 11, 20h, no Espaço Cultural Libertário Moinho Negro

Música!

  • Minininha Pirracenta
    Folk punk violão e vozes sem amplificadores. As pessoas recebem um “Cante Comigo” com letras e textos para acompanharem de forma divertida enquanto dançam. Músicas próprias copyleft e lindos covers de Ciclovida, Animinimalista, Producto Interior Bruto, Ni Dieu Ni Maitre, Libertinagem, Bandera Preta e outras. Tem valsa e samba pirata também!

  • Musicalização de textos “ILEGALES”
    Por Animinimaldita
    Ai ferri corti, Jesus Sepúlveda, Tiqqun, Crimethink, Bakunin, Jean Roullian, Ravachol, Di Giovanni, Peter Young, Biofilo Panclasta, Celulas del fuego e muitos outros coletivos e individualidades voltaram sua praxis em textos/zines/comunicados belíssimos que ANIMINIMALDITA tentará reproduzir com violão e voz.

Apresentação de novas publicações e editora

  • A1. A Chamada
    Dia 11, 16h, Moinho Negro 2
    Por Mas que palabras Ediciones e Ellen
    Em sua crítica à política clássica, ao reformismo, às metrópolis e ao liberalismo existencial, Tiqqun faz uma chamada a nos posisionarmos nos conflitos que ainda hoje se desenvolvem em nosso cotidiano. Nosso posicionamento deveria gerar alianças materiais e afetivas, organizando-nos, comunizando, em uma tentativa de que as coisas não vontem à “normalidade”.
    A proposta é debater sobre as críticas ao reformismo e esquerdismo e analizar as propostas para ver em que medida são aplicaáveis a nosso contexto.

    • Baixe aqui o texto sugerido para início de debate desta atividade.
  • A2. Apresentação do editorial Mas que Palabras
    Dia 13, 14h, FAG
    Por Mas Que Palabras
  • A3. Documento Malvina Tavares e Wellinton Galarza
    Dia 14, 14h [aguardando confirmação do novo horário], FAG
    Por Federación Anarquista Uruguaya e Federação Anarquista Gaúcha
    Apresentação de documento teórico elaborado por estas organizações afim de produzir um conjunto de conceitos e olhares para uma análise social de matriz libertária.
  • A4. Apresentação do Livro “Culturas de Resistência – Anarquistas e Anticlericais em Santa Catarina”
    Dia 12, 14h, FAG
    por Cleber Rudy
    Autor apresenta livro lançado em 2010.

Bate-Papos

  • B1. A luta libertária na Europa no contexto atual
    Dia 14, 14h, Moinho Negro 1
    Por Jose Mari (ex-secretario general de CGT – España)
    Um olhar de quem está vivendo estes acontecimentos mais recentes na Europa e como tem se dado a participação de anarquistas nestes eventos de luta acirrada.
    central dessa atividade que se divide em duas partes
  • B2. Análise conjuntural de 9 anos do PT no Governo, rearticulação das organizações de direita e estratégias de luta libertária neste contexto
    Dia 13, 9h, Moinho Negro 1
    Por Núcleo Anarquista de Curitiba
    A proposta é apresentar a análise feita pelo núcleo da proposta de governo petista; a reação da direita e extrema direita crescente no país; debate sobre estratégias de luta entre libertários para os próximos anos.
  • B4. Desconstrução Sexual e Afetiva
    Dia 13, 16h, Moinho Negro 1
    Por Coletivo Bonnot
    Nossa vida pode ser encarada como uma estrada, e em uma sociedade heteropatriarcal, sabemos que ao nascermos “nossos caminhos” já foram traçados por nós: serás homem ou mulher, hetero ou gay (se tiver coragem), passivx ou ativx, amigx ou namoradx etc. O objetivo dessa oficina e descontruir esses caminhos: temos a partir de nossos desejos e vivências construirmos e nossos caminhos, e se necessários seremos des-viados para fora dessa trilha normatizante. A ideia é criar um ambiente seguro – dialogando com os debates sobre consentimento – onde se possa trocar idéias sobre essa (des)construção. Além disso, propomos uma pequena dinâmica para darmos início nessa descontrução, aqui e agora.
  • B6. Espaços libertários
    Dia 13, 14h, Moinho Negro 1
    Por Casa da Lagartixa Preta/Ativismo ABC
    Batepapo sobre gestão de espaços libertários (seja ocupado ou não). Nossa história deve ser contada por nós mesmas, e por isso esta roda de conversa está marcada. Para fazermos um balanço de como é organizar um espaço aberto, as relações internas, o que significa para cada indivíduo envolvido na gestão de um espaço fazer esses lugares acontecerem; diferenças e semelhanças nas formas organizativas. Comentar sobre esses ciclos de zonas autônomas temporárias e permanentes, que como todo ciclo, tem um começo (se reproduz), meio e fim.

  • B7. Estratégias anárquicas de transformação, pressupostos e parâmetros de efetividade
    Dia 13, 9h, Moinho Negro 2
    Por Alt
    Existem formas de avaliar a efetividade de manifestações, sindicatos, comunas autônomas, black blocks, editoras libertárias, happenings, páginas na internet, periódicos ou feiras do livro? Como saber se o tempo e a energia que dedicamos a uma determinada forma de ação nos aproxima efetivamente dos nossos fins? Compartilhando dúvidas em torno das estratégias escolhidas por diferentes correntes anarquistas na busca pela transformação.
  • B8. Fascismo e o antifascismo na atualidade
    Dia 14, 14h, Moinho Negro 2
    por Coletivo Anarcopunk Diversidade
    Uma discussão sobre o crescimento dos movimentos de extrema direita na atualidade, e sobre as articulações das lutas anti-fascistas que andam acontecendo em diversas partes do país.
  • B9. História do Movimento Squatter no Brasil
    Dia 13, 16h, FAG
    Por China
  • B10. “Leituras das possibilidades de um ativismo antiproibicionista em torno das políticas de drogas no brasil e no mundo”
    Dia 12, 14h, Moinho Negro 1
    Por EPI
  • B12. O anarquismo e as prisões hoje: 3 casos para debater e se pensar
    Dia 14, 9h, Moinho Negro 1
    Por Robin Hood
    O ato, ao mesmo tempo, concreto, simbólico e inaugural da revolução francesa foi a derrubada da grande prisão: a Bastilha. Símbolo e instrumento do poder real, do castigo. Ali, naquele momento, soa uma voz poderosa que apenas xs anarquistas, historicamente, levam adiante, nenhum outro movimento e teorias sociais, a não ser o anarquismo, encampou essa luta: pelo fim das prisões. Muitxs anarquistas passa(ra)m e morre(ra)m nas prisões. Hoje, essa discussão parece estar RELATIVAMENTE esvaziada no meio anarquista atual… Para tentar a reascender um pouco do debate trago três casos para serem discutidos e seus desdobramentos: 1) o julgamento dos carecas que atacaram dois punks jogando-os do trem, em São Paulo, e seu julgamento; 2) veganismo, polícia e prisão; 3) sobre o abolicionismo penal: um recuo?
  • B13. O punk e a contribuição para o anarquismo
    Dia 13, 16h, Moinho Negro 2
    Por Moinho Negro e Ação Antissexista
  • B14. Propostas táticas e experiências práticas: Protopia como esporte de combate
    Dia 14, 16h, Moinho Negro 2
    Por Uns de Nós
    Um pouco das experiências práticas (relações, construções, trocas, horizontes) tocadas pela rede de colaboradorxs envolvida nos projetos protópicos. Protopia, enquanto um conjunto de propostas táticas → ruptura com a mentalidade urbanocêntrica euroreferenciada limitada à divisão capitalista urbano/rural; estabelecimento de modos de ser anárquicos baseados em relações simétricas; ampliação das potencialidades pessoais e coletivas através da mutualidade; constituição da infraestrutura (através de biotectura, permacultura e macroreciclagem) voltada para a ampliação da autonomia (alimentar, energética e habitacional); constituição de territórios livres (zonas autônomas), ação direta e propaganda pela ação (aumento e fortalecimento de circuitos de inspiração).

Teatro e intervenções

  • T1. As Três Pedras
    Por FAG
    Intervenção teatral a partir de um poema de Ricardo Flores Magón.

Para organização:
Duração de aprox. 15 min

  • T2. Teatro
    Dia 12, 16h, FAG
    Por Grupo Tia e Cambada de Teatro em Ação Direta Levanta Favela

Para organização: Grupo tia é de Canoas, e perguntaram se é possível a gente conseguir um transporte para eles trazerem os materiais para o teatro.

  • T3. Intervenção cênica da Cambada de Teatro em Ação Direta Levanta Favela
    dia 14, 20h, FAG

Oficinas

  • O1. Autonomia do Corpo: Pompoarismo + Dança
    Dia 14, 9h, Moinho Negro 2
    Por Iza e Si
  • O3. Saúde Feminina
    Dia 12, 9h, Moinho Negro 1
    Por Ellen
    Prática de costura de absorventes de tecido, conversa sobre alternativas à medicina industrializada, autogestão da saúde feminina, troca de experiência e materiais à respeito (fanzines).
  • O4. Yomango: Teoria e Prática
    Dia 12, 16h, Moinho Negro 1
    Por Coletivo Bonnot
    Possibilidades e limites do Yomango, enquanto estratégia de sobrevivência na civilização, e de combate à essa ordem. Começamos com uma discussão, a partir de vivências e diálogos, sobre o Yomango, tratado em termos sócio-políticos. Terminamos com uma Dinâmica seguida de troca de idéias, onde compartilharemos algumas táticas: “Acho massa, mas tenho medo.”, “Ok ok, quero mangar, como faço?”, “Me pegaram, e agora?”.