8ª FLAPOA apresenta: Coletivo Lápices

Coletivo criado por Alexandre Pandolfo, Camila Alexandrini e Tiago Martins de Morais. Surge a partir da performance “Lápices”, apresentada no Sarau Constelações (Signus Pub, dez/2016) e no evento 500 anos de Utopia (Ocupação Psicologia UFRGS, dez/2016). O nome refere-se à “Noche de Los Lápices”, ocorrida durante a Ditadura Militar Argentina.

Por que surgirmos? Para cavar espaços de ser e de agir para além dos que nos são dados, para experienciar algo além do ser-trabalho, ser-horário, ser-corpo disciplinado. Para tentar intervir nos espaços, para afetar e ser afetado. Algumas de nossas ações podem ser vistas nas paredes e nos muros da cidade. Selo Lápices: Surge do desejo do coletivo de publicar suas palavras sem a necessidade de autorização de uma editora.

Fizemos nossos livros com nossas próprias mãos, fizemos nossa própria publicidade pedindo o apoio financeiro de nossos conhecidos que pré-compraram os livros “mesmo sendo só um pedaço de vida profunda”, de Camila Alexandrini, e “Poema Escuro”, de Tiago Martins de Morais, as primeiras publicações do Selo. Para a Feira do Livro Anarquista, estamos concluindo duas outras publicações “Raízes Inventadas” e “Polvo”. Inventamos espaços de fala, de escrita e nos indispomos contra a necessidade de permissão institucional para o fazer artístico.

 

Quer expor ou propor alguma atividade para a 8ª FLAPOA? Acesse: https://flapoa.libertar.se/?page_id=182